O Ciclo Violonístico de Niterói, este importante evento da agenda cultural do violão brasileiro, retorna em sua 8º edição com uma homenagem ao renomado compositor e violonista brasileiro Guinga intitulada 'Encontros'.
Nesta série, além dos grandes violonistas que interpretarão repertórios instrumentais de importantes compositores, o Ciclo contará também com a participação especial de ilustres vozes femininas da MPB, levando ao palco do Teatro Municipal o espírito popular do violão brasileiro.
Carlos Althier de Souza Lemos Escobar – o GUINGA – compositor e violonista consagrado no meio musical e artístico é carioca, nasceu em Madureira em 10 de junho de 1950. Começou a compor aos 16 anos e trabalhou como violonista com grandes expoentes da MPB, acompanhando; Clara Nunes, Beth Carvalho, Alaíde Costa, Cartola e João Nogueira. Suas composições foram gravadas por Elis Regina, Michel Legrand, Sérgio Mendes, Leila Pinheiro, Chico Buarque, Clara Nunes, Ivan Lins, Simone Guimarães...e tantos outros. Seus parceiros mais conhecidos; Paulo Cesar Pinheiro, Aldir Blanc, Chico Buarque, Nei Lopes, Sérgio Natureza, Nelson Motta, Simone Guimarães, reconhecem e reverenciam a forte personalidade do seu trabalho que tem se mostrado único na música brasileira e mundial.
O trabalho de GUINGA o faz ser reconhecido mundialmente, pela crítica especializada, como “um dos mais importantes compositores da atualidade", nas palavras de Hermeto Pascoal: “Um cara como esse só aparece a cada cem anos”.
Abram as cortinas, apaguem as luzes e um ótimo espetáculo!!

Guinga

Guinga (Carlos Althier de Souza Lemos Escobar), é carioca da zona norte do Rio de Janeiro – do bairro de Madureira –, onde nasceu em 1950. Foi por cinco anos aluno de violão clássico de Jodacil Damasceno. Começou a compor aos 16 anos. Trabalhou profissionalmente como violonista, acompanhando artistas como Clara Nunes, Beth Carvalho, Alaíde Costa, Cartola e João Nogueira. Teve inúmeras de suas músicas gravadas por músicos como Elis Regina, Michel Legrand, Sérgio Mendes, Leila Pinheiro, Chico Buarque, Clara Nunes, Ivan Lins e tantos outros. Suas composições são parcerias com Paulo César Pinheiro, Aldir Blanc, Chico Buarque, Nei Lopes, Sérgio Natureza, Nelson Motta, Simone Guimarães, Thiago Amud, entre outros. Tem uma dezena de CDs gravados. Reverenciado pela crítica, com frequência cada vez maior vem sendo considerado “o maior e o mais importante compositor brasileiro da atualidade”. O mesmo dizem dele seus pares. Citando apenas um, o bruxo dos sons Hermeto Pascoal: “Um cara como esse só aparece a cada cem anos”. Em 2002, Guinga teve biografia escrita pelo jornalista Mário Marques (Guinga, os mais belos acordes do subúrbio, Ed. Gryphus). Em 2003 teve lançado seu songbook (A música de Guinga, Ed. Gryphus). Seu disco “Rasgando Seda”, em parceria com o Quinteto Villa-Lobos, lançado pelo Selo SESC-SP em 2012, foi indicado ao Grammy na categoria Melhor Disco Instrumental do Ano-2012. “Roendopinho”, lançado pelo selo alemão Acoustic Music Records, vem colecionando elogiosos comentários pela crítica especializada. Foi nominado para o “Prêmio da Música Brasileira” como Melhor Disco Instrumental de 2015. Também em 2015 ele lançou “Porto da Madama” pelo Selo SESC com a participação de quarto cantoras: Esperanza Spalding, Maria João, Maria Pia de Vito e Mônica Salamaso. Guinga recebeu o “Prêmio da Música Brasileira” como Melhor Arranjador do Ano pelo disco, que conta com arranjos de clássicos da canção brasileira de Tom Jobim, Luiz Gonzaga, Dorival Caymmi, José Maria de Abreu entre outros. Seu mais recente disco “Mar Afora”, lançado em 2016 pelo selo Acoustic Music Records, é uma parceria com a cantora portuguesa Maria João, num clássico dueto de voz e violão. O repertório passeia pelas composições de Guinga e seus parceiros.

Lula Galvão

Ao longo de sua carreira tem tido oportunidade de atuar ao lado de grandes artistas, tais como: Edu Lobo, Caetano Veloso, Ivan Lins, Rosa Passos, Guinga, Joyce Moreno, Jaques Morelenbaum, Hamilton de Holanda, Henri Salvador, Ron Carter, Kenny Baron, Kenny Rankin, Chico Buarque, Wagner Tiso, Sadao Watanabe, Cláudio Roditi, Paquito D'Rivera, Raul de Souza, João Donato, Maurício Einhorn, Leny Andrade, Chano Dominguez, Antonio Adolfo, Leila Pinheiro, Nana Caymmi,Jane Duboc, Gal Costa, Fátima Guedes, Paula Morelenbaum, Lisa Ono, Carminho, Marisa, Zé Renato, Beth Carvalho entre outros. Tem ministrado Workshops no Brasil (Escola de Música de Brasília, Itajaí ,Tatuí) e no exterior (Monash University -Melbourn), Conservotory of Amsterdam, Conservatory of Utrecht (HOL.), no Japão e Itália. Em 1997, gravou o CD "Rosa Passos e Lula Galvão", com a grande cantora, compositora e violonista, em homenagem a Ary Barroso (Velas). Em 2009, lançou o CD: "Bossa da minha Terra" (Biscoito Fino) "Bossa of my land" (Groovin High), lançado no Brasil e Japão, com as participações de: Rosa Passos, Raul de Souza, Claudio Roditi e Maurício Einhorn. No final de 2016 gravou seu primeiro CD de violão solo, em Bonn (Alemanha), com lançamento previsto para meados de 2017.

Mônica Salmaso

Nascida em São Paulo em 1971, Mônica Salmaso começou sua carreira na peça "O Concílio do Amor" dirigida pelo premiado diretor Gabriel Villela em 1989. Em 1995, gravou o Cd AFRO-SAMBAS, um duo de voz e violão arranjado e produzido pelo violonista Paulo Bellinati, contendo todos os afro-sambas compostos por Baden Powell e Vinícius de Moraes. Em 1996, gravou com Paulo Bellinati a faixa “Felicidade” de Tom Jobim e Vinícius de Moraes no Cd Song Book de Tom Jobim - Lumiar. Foi indicada para o Prêmio Sharp – 1997 como Revelação na categoria MPB. Lançou, em 1998, seu segundo Cd TRAMPOLIM pelo selo Pau Brasil, com a produção de Rodolfo Stroeter e as participações de Naná Vasconcelos, Toninho Ferragutti e Paulo Bellinati, entre outros. Foi vencedora do Segundo Prêmio Visa MPB – Edição Vocal, pelo juri e aclamação popular em 1999. Gravou, pela Eldorado em 99, seu terceiro Cd VOADEIRA também produzido por Rodolfo Stroeter. Participam do disco, entre outros, Marcos Suzano, Benjamim Taubkin, Toninho Ferragutti, Paulo Bellinati e Nailor “Proveta” Azevedo. Foi ganhadora do prestigioso Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) de 1999, e o cd VOADEIRA recebeu os mais rasgados elogios, sendo considerado pela crítica como um dos dez melhores lançamentos do ano. Foi a convidada especial de uma das noites do Heineken Concerts em 2000, projeto que foi registrado no cd Nem Um Ai. Participou da trilha OCORPO composta por Arnaldo Antunes para o Grupo Corpo em 2000. Na edição do dia 4 de fevereiro de 2002 do “The New York Times”, o crítico Jon Pareles coloca Mônica Salmaso como um dos principais nomes surgidos recentemente na música popular brasileira. Os Cds TRAMPOLIM e VOADEIRA foram lançados em países da Europa, no Japão, nos Estados Unidos, Canadá e México. Tendo assinado um contrato com a gravadora Biscoito Fino, lançou seu quarto cd IAIÁ em 2004. Participou com destaque cantando no filme "Vinícius" sobre a vida e obra de Vinícius de Moraes, dirigido por Miguel Faria Jr. Participou do cd "Carioca" de Chico Buarque cantando a música "Imagina" de Chico Buarque e Tom Jobim; e do cd "Tantas Marés" de Edu Lobo, cantando a música "Primeira Cantiga" de Edu Lobo e Paulo César Pinheiro. Participou da trilha SEM MIM composta por José Miguel Wisnik e Carlos Nuñes para o Grupo Corpo em 2011. Lançou em 2007 seu quinto cd "Noites de gala, samba na rua" com músicas de Chico Buarque e participação especial do grupo Pau Brasil. O mesmo trabalho gerou um DVD e um cd ao vivo lançados em 2008. Em 2011, lançou o cd "Alma Lírica Brasileira" em trio os músicos Teco Cardoso (sopros) e Nelson Ayres (piano) pela gravadora Biscoito Fino. Com este concerto, se apresentou em Lisboa Paris e em Bruxelas (as duas últimas cidades e convite das embaixadas brasileiras), além das principais capitais do Brasil. Em 2012, ganhou o 23º Prêmio da Música Brasileira como melhor cantora com o cd Alma Lírica Brasileira, neste mesmo ano foi gravado no teatro Alfa, em São Paulo, o DVD Alma Lírica Brasileira, dirigido por Walter Carvalho, ganhador do 24º Prêmio da Música Brasileira em 2013 como melhor DVD de música. Em 2014 lançou o cd "Corpo de Baile" somente sobre a parceria dos compositores Guinga e Paulo César Pinheiro, com o qual recebeu os prêmios de melhor canção e melhor cantora no 26º Prêmio da Música Brasileira em 2015. Em 2015 e 2016, realiza a turnê de lançamento do cd Corpo de Baile pelas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Belém, Salvador, João Pessoa, Recife e Fortaleza, com reconhecimento de público e crítica. Seu próximo CD “Caipira” será lançado ainda este ano de 2017 pela Biscoito Fino.

Ricardo Silveira

Ricardo Silveira é músico profissional desde 1976. Palcos e estúdios tem sido sua rotina desde então, onde grandes nomes da música brasileira e internacional vem contando com o seu talento. São centenas de discos onde Ricardo aparece como músico, arranjador, produtor ou, ainda, diretor musical. Seu toque personalíssimo tanto como guitarrista como violonista permitiu a Ricardo construir uma carreira onde tornou-se referência em ambos os instrumentos. Ao longo de mais de 40 anos, sua trajetória foi pontuada pelo lançamento de 11 discos solo e um repertório autoral que eternizou alguns clássicos, como o tema "Bom de tocar”, música-título de seu primeiro trabalho, de 1984. Lançou discos junto a grupos importantes como o "High Life" e a "Banda Zil", ambos na década de 80. Com a Zil voltou a apresentar-se em 2015, gravando um DVD que encontra-se em fase de produção para lançamento ainda em 2017. Sua vitoriosa carreira internacional iniciou-se em 1988 com "Long Distance", para a Verve Forecast. A partir daí, todos os seus discos vem sendo lançados no exterior, com destaque recente para os últimos trabalhos feitos para a gravadora Adventure Music, como “Ricardo Silveira Organ Trio”, um sonho antigo de Ricardo em explorar as sonoridades de um trio de jazz baseado no som de um Órgão Hammond B3. Mas foi seu disco “Noite Clara”, de 2003, pela mesma gravadora e distribuído no Brasil pelo selo MP,B, que recebeu indicação ao Grammy Latino de melhor CD instrumental no ano de 2004. Como produtor, é importante registrar seu trabalho no disco "Moonstone" de Toninho Horta, para o selo Verve Forecast. Já como diretor musical, seu trabalho junto a Ney Matogrosso em discos como "Canta Cartola" ou ainda "O cair da tarde", onde desenvolve também vigoroso como violonista, são marcos em sua carreira. Discos em parceria também não são raros em sua discografia. "Toca Milton Nascimento", com Luiz Avellar, "RSVC" com Vinicius Cantuária, “Atlânticos”, duo com o violonista Roberto Tauffic, ou ainda o mais recente, "Cosmos", de 2016, ao lado de John Leftwich, mais um lançamento internacional da Adventure Music, mostram sua versatilidade e trânsito livre por vários gêneros musicais. Em ritmo sempre acelerado, Ricardo Silveira lançou em 2016 o disco "Jeri", resultado de uma apresentação histórica no Festival Choro Jazz em Jericoacoara, onde repassa seu repertório mais celebrado. Justa comemoração para a bela carreira deste artista único.

Nelson Faria

Nascido em 23 de março de 1963, em Belo Horizonte,MG, Nelson Faria é um dos mais expressivos músicos brasileiros, contando em seu curriculum a edição de 8 (oito) livros didáticos, sendo 2 (dois) editados nos EUA, Japão e Itália, 14 (quatorze) CD’s, 1 (um) DVD, 1(uma) video-aula (Toques de Mestre), um App – Nelson Faria Guitar lessons, além da participação em mais de 200 CD’s de diversos artistas nacionais e internacionais como músico e arranjador. Também assina o modelo de guitarra Condor Nelson Faria Signature (JNF-1), desenvolvido pelo artista em parceria com a renomada fábrica de instrumentos. Além do Brasil, Nelson Faria já se apresentou no Japão, Estados Unidos, Canadá, Israel, Argentina, Portugal, Espanha, França, Alemanha, Áustria, Macedônia, Itália, Turquia, Suécia, Noruega, Dinamarca, Lithuania, Estônia, Finlandia, Islandia, Suíça, Holanda, Slovênia, Bósnia, Inglaterra, Malasia, Indonesia, Ilha de Malta, República Dominicana, Colômbia, Ilhas Canárias, Ilha da Madeira, Martinica e Republica Checa. Destacam-se em seus trabalhos como arranjador, seu CD “Live in frankfurt” ao lado da Hr-Bigband, o CD “Malabaristas do Sinal Vermelho” e o DVD “Obrigado Gente”, de João Bosco, ambos indicados ao Grammy Latino além de, como arranjador e compositor, ter trabalhado com a KMH Jazz Orquestra (Suécia), UMO Jazz Orchestra (Finlandia), Frost Jazz Orchestra (USA), Hr-Bigband (Alemanha), CODARTS Big Band (Holanda), 2 O’clock Big band (Holanda), Jerimum Jazz Band (Brasil), Banda Pequi (Brasil), Orquestra da FURG (Brasil), Orquestra Bons Fluidos (Brasil), BigBand da UFMG (Brasil), Orquestra Filarmonica de Minas Gerais, Orquestra Jazz Sinfônica (SP) e Orquestra Sinfônica de Barra Mansa. Em 2013 Nelson estreiou sua atuação como compositor sinfônico com a peça “Concerto Brasileiro para Violoncelo e Orquestra” tendo Gustavo Tavares como solista à frente da Orquestra Sinfônica Nacional. Apresentou-se nos mais importantes festivais de internacionais de Jazz, como North Sea Jazz Festival (Holanda), Montreal Jazz Festival (Canadá), Montreaux Jazz Festival (Suiça), San Francisco Jazz Festival (USA), Miami Festival (USA), Jazz a Vienne (França), Marcelle Jazz Festival (França), Tel Aviv Jazz Festival (Israel), Sarajevo Jazz Festival (Bósnia), Free Jazz Festival (Brasil), Kaunas Jazz Festival (Lithuania), Skope Jazz Festival (Macedonia), Malta Jazz Festival (Malta), Funchal Jazz Festival (Madeira), Frascatti Jazz Festival (Itália), Java Jazz Festival, Pennang Jazz Festival, Vicenza Jazz Conversations, entre outros… Em 2001, agraciado com a Bolsa Virtuose, concedida pelo Ministério da Cultura, participou do programa BMI Jazz Composers Workshop, em Nova York - USA, tendo como professores Manny Albam, Jim McNeely e Michael Abene. Durante os meses em que esteve na cidade americana participou de várias gravações com músicos nova-iorquinos e brasileiros, apresentando-se em vários clubs de Jazz e no Kennedy Center, em Washington DC - USA Como educador Nelson Faria também acumula muitos projetos bem-sucedidos. Entre 1987 e 1999 lecionou disciplinas de arranjo, harmonia, improvisação e guitarra na Faculdade de Música da Universidade Estácio de Sá, e no curso CIGAM (Curso Ian Guest de Aperfeiçoamento Musical), ambos no Rio de Janeiro - RJ. Paralelamente ministrou inúmeros cursos e workshops em todo o país, dentre os quais destacam-se o Primeiro Seminário Brasileiro de Música Instrumental (Ouro Preto - MG), o Curso Internacional de Verão de Brasília - DF, o Festival de Música da Universidade do Rio Grande do Norte, Oficina de Música de Itajaí - SC, EM&T (Escola de Música e tecnologia - SP), Conservatório Souza Lima (SP), Festival Internacional de Domingos Martins - ES, Festival de Ibiapaba e a Oficina de MPB de Curitiba - PR. No exterior Nelson também atuou como professor convidado nas Universidades Manhattan School of Music (NY - USA), New School of Music (NY-USA), Berklee College of Music (Boston - USA), University of South California (LA-USA), Stockholm Royal College of Music (Suécia), Göterborgs Universitet (Suécia), Sibellius Academy (Finlandia), University of Miami (USA), San Francisco State University (USA), Malmo Universitet (Suécia) e nos conservatórios de Amsterdam e Rotterdam (Holanda). Realizou também workshops na International Association of Jazz Educators (IAJE ) em Nova Iorque - USA. Desde janeiro de 2010 mora parcialmente na Suécia, onde trabalha como professor na Universidade de Örebro.

Paula Santoro

Paula Santoro é uma das maiores intérpretes de sua geração. Nasceu em Belo Horizonte (MG) e há anos está radicada no Rio de Janeiro. Com diversos trabalhos em palco, estúdios de gravação e televisão, ela ganhou maior projeção a partir de 2002, quando foi uma das vencedoras do V Prêmio Visa de Música. Ganhou por duas vezes o Troféu Faísca como melhor cantora de Minas Gerais, foi indicada como Melhor Cantora no prêmio Rival Petrobrás de Música. Este ano, Paula está sendo indicada como Melhor Cantora no Prêmio Profissionais da Música e no Press Awards US (prêmio americano que contempla brasileiros que têm atuação os EUA), em quatro categorias: Melhor Cantora, Melhor álbum, Melhor artista brasileiro e Melhor show. Além dos cinco álbuns solo já lançados, sua discografia agrega dezenas de colaborações em discos de artistas como Guinga, Arthur Verocai, Mário Adnet, Nivaldo Ornelas, Bianca Gismonti, Eduardo Neves, entre outros. O álbum “Um olhar sobre Villa-Lobos” de Mário Adnet, foi indicado ao Grammy Latino. Já cantou ao lado de Chico Buarque, Milton Nascimento, Edu Lobo, Guinga, Toninho Horta, Lô Borges, Alcione, Flávio Venturini, Nelson Angelo, Tavinho Moura, Juarez Moreira, Monica Salmaso, Criolo, Arthur Verocai, entre outros. Seus mais recentes álbuns: “Paula Santoro” (Biscoito Fino), “Mar do meu Mundo” (Borandá) e “Metal na Madeira” (Ridgeway Records) foram distribuídos na Europa, Japão, USA, Argentina e por todo Brasil. Realizou inúmeras turnês pela Europa, USA e Ásia. É uma das poucas artistas brasileiras que já se apresentou no programa “Later with Jools Holland” da BBC de Londres, cantando no palco ao lado do de Amy Winehouse. Na televisão, dublou a atriz Maria Fernanda Cândido na minissérie “Aquarela do Brasil” (Rede Globo) e apresentou-se no programa Som Brasil em homenagem a Ivan Lins, da mesma emissora. Ao lado de Joyce Moreno, participou da série “No Compasso da História”.

Rogério Caetano

Rogério Caetano (Goiânia, 26 de Setembro de 1977) é um músico, violonista, arranjador, produtor musical e compositor brasileiro. Bacharel em Composição pela Universidade de Brasília, é um premiado virtuose e referência do violão de 7 cordas. Com uma linguagem revolucionária, representa uma nova escola desse instrumento. Possui um método destinado ao instrumento e uma discografia com 7 álbuns, três indicados ao Prêmio da Música Brasileira (2007/2013/2016), sendo premiado em 2016. Em 2015 também foi premiado no IMA (Independent Music Awards). Tem como parceiros em seus trabalhos Yamandu Costa, Hamilton de Holanda, Marco Pereira, e Eduardo Neves. Vem difundindo sua arte no Brasil e exterior realizando concertos em países como Alemanha, França, Itália, Espanha, Áustria, Portugal, Holanda, Bélgica, EUA, China, Índia, Israel, Turquia, África do Sul, e Equador. Já gravou com artistas como Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Beth Carvalho, Caetano Veloso, Monarco, Dona Ivone Lara, Maria Bethânia, Nana Caymmi, Ivan Lins, entre vários outros. Em parceria com Marco Pereira, escreveu o método “SETE CORDAS, TÉCNICA E ESTILO”, trabalho que aborda profundamente a linguagem do violão de 7 cordas principalmente no universo do choro e do samba. Também participou como protagonista da série/documentário Sete Vidas em Sete Cordas que vem sendo exibida com grande sucesso no Canal Brasil e TV Cultura.

Pedro Franco

Natural de Porto Alegre, estudou na escola da OSPA (Orquestra Sinfonica de Porto Alegre), choro com Luíz Machado e violão com Daniel Sá. Em 2010, em parceria com o acordeonista e pianista Matheus Kleber, estreou seu primeiro álbum autoral, “Ida”. Ao mudar-se para o Rio de Janeiro, cursou violão na UFRJ e tem se destacado no cenário nacional como um dos maiores de sua geração, além de acompanhar artistas como Maria Bethânia, Zélia Duncan entre outros.

Simone Guimarães

Quase impossível não perceber o traço de Simone Guimarães na cena da MPB. A dissonância está na própria Simone que nunca se rendeu ao espaço midiático imediatista para traçar a rota do cancioneiro popular. "Músicas ricas e artistas nem tão pobres". Se inspirou nos movimentos das Minas Gerais. Clube da Esquina, som imaginário, João Bosco, e Boca Livre. Seu primeiro parceiro foi Paulo Jobim, com quem dividiu algumas trilhas especiais para documentários como "o canto da Piracema", ou "A rota do sol" especial globo repórter sobre a migração das andorinhas azuis do Brasil para o Canadá. Muitos shows, alguns discos e muitas "Juanitos caminador colorado" ou Cavalo Branco! Com quem deu os primeiros passos na carreira. Paulinho influencia diretamente sua obra: Uma estética moderna que sempre conservou e buscou custódio Mesquita ou Guinga e Jobim. Cada um em seu contexto e épocas. O grande segredo de permanecer entre os modernos foi tê-los estudado de perto. Assim como com Paulinho Jobim,Simone estabeleceu parcerias importantes em seu trabalho autoral, como Guinga e Francis. deixou que estes fossem transmitidos a outras gerações e à sua própria. Assim galgou espaços e lugares com maestria Apesar de ousar mais na temporalidade, Simone não perde a solidez em sua busca,e, conservando o acervo já existente no Brasil desde Ernesto Nazareth, sempre trouxe um conselho dos chorões em sua composição e assim é até hoje. Desta artista, Paulista curtida no sol carioca DO RIO,onde consolidou sua biografia musical,depois de anos na estrada, resta uma brasileira legitimada na raiz do cancioneiro. Simone Guimarães chega aos seus 20 anos de carreira com 10 (dez) discos incríveis. Discos com tempos úteis que trazem novidades criativas. O último a ser lançado em maio agora sob a produção da "Art curadoria" vem com revivals de parcerias com grandes criadores como francis, Guinga, Renato Braz, Milton e muita novidade." Simone traz no Bojo uma construção coerente no seu décimo solo. Canções em línguas latinas, como o português, espanhol e o Francês. Também canta em Inglês, em "in the Gueto" e "the King of the forest" de sua própria safra. Seguindo a rota infalível de estética própria e autoral., multi-instrumentista, pode ir de choro como quando se arrisca num João Pernambuco ou num Valdir Azevedo com "brasileirinho" e "magoado" num arpejo limpo em suas apresentações pelo Brasil. A propósito do que lhe enche os olhos e a alma, filha da MPB; na cartilha de Mário de Andrade, vem "abrasileirando o brasileiro" e tem uma régua com medidas bem definidas. Com "newboss", em 2013, estilo por ela criado em seu penúltimo trabalho "Clarice", com músicas direcionadas ao fogo criativo dos anos cinquenta e sessenta, faz uma homenagem à Bossa com espelhos de criações caríssimas em Jobim. Também dotada de refinada e estudada voz, Simone inspirou muitos colegas com seu canto marcante,trazendo à borda mais de cem participações em álbuns Brasileiros e estrangeiros como em "pietá " de Milton Nascimento,gravado em 2002 com Maria Rita e Marina Machado. Traz uma nova aptidão concretizada em seus trabalhos atuais: composição no piano. Mas o vigésimo album tem arranjos do maestro Leandro Braga, artista, que juntamente com Ney Mato Grosso protagoniza a abertura musical na novela das oito neste momento. O repertório que vai de "cura", sua primeira composição com Clodo Ferreira, e “Madrugada'coord”, onde letrou uma inventiva e originalíssima peça de Lucas Campos a Michel Legrand com "Chandon durante maxense". Muitas são de sua autoria como a bela "Irapuã" e tantas outras das 23 canções que elencam o álbum duplo, comemorativo dos seus vinte anos são afetos da cantora, compositora com 20 anos de carreira fonográfica. Gravado entre os estúdios do Rio e Brasilia, o novo album apresenta também uma toada para o "Rio doce". Sem perder a coerência, Simone canta esse álbum com a mesma pujança de (Aguapé).

Caio Márcio

Caio Márcio Santos é bacharel em violão clássico sob a orientação de Paulo Pedrassoli Jr. e em composição erudita sob orientação de Luis Carlos Cseko, Armando Lobo e Bryan Holmes pelo Conservatório Brasileiro de Música. Participou de cursos complementares ligados à improvisação com Hélio Delmiro, Lula Galvão, Genil Castro e Nelson Faria e à composição com Antonio Guerreiro de Faria, Tim Rescala, Alexandre de Faria, David Tygel e Alexandre Negreiros. Caio já dividiu palco com nomes nacionais e internacionais, dentre os quais se destacam: Paulo Sérgio Santos, Yamandú Costa, Quinteto Villa-Lobos, Hamilton de Holanda, Bebê Kramer, Lula Galvão, Nicolas Krassik, Zé da Velha e Silvério Pontes, Gabriel Improta, Alessandro Penezzi, Christina Von Büllow, Morten Ankarfeldt, Chico Pinheiro, Arismar do Espírito Santo, Tiago Espírito Santo, Kliff Korman, Guinga , Hélio Delmiro, Rogério Caetano, Daniel Santiago, Durval Ferreira, Jacques Morelembaum, Gabriel Grossi,  Edu Neves, Lenine, Maria Bethânia, Elza Soares, Chico Cesar, Pedro Luís, Fátima Guedes, Roberta Sá, Zélia Duncan e Joyce Moreno. Em 2012 lança o disco Rio em Vermelho e Azul (gravadora Calibrated Music), em parceria com o baixista Dinamarquês Morten Ankarfeldt, com quem divide arranjos e composições. Em 2013 forma o Rio Jazz 4 com Christina Von Bullow (sax), Morten Ankarfeldt (contrabaixo) e Cassius Theperson (bateria), registrado em novo disco (Rio Jazz 4 gravadora Calibrated Music). Em 2014 foi contemplado com o Prêmio Funarte de Composição Clássica pela peça Variações livres para quinteto de sopros, estreada na Bienal de Música Contemporânea de 2015. Ainda em 2015 inicia curso de pós-graduação em teoria e prática da interpretação na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), sob orientação de Luiz Otávio Braga. Discos: Gargalhada (Paulo Sérgio Santos Trio, Kuarup, 2001), Tira Poeira (Biscoito Fino, 2003), Feijoada Completa (Biscoito Fino, 2008) e Radamés em Companhia (Biscoito Fino, 2006).

Jean Charnaux

Formado em violão clássico no ano de 2011 pela UFRJ, Jean Charnaux vem se aprimorando há mais de dez anos em sua carreira assistido por aulas com professores renomados como Hélio Delmiro, Guinga e Marcus Tardelli. Conta nessa caminhada com a incrível experiência de sua passagem pela escola Los Angeles Music Academy nos Estados Unidos, onde teve aulas com Frank Gambale e Jeff Richman. Em meio de grandiosas composições, Jean foi indicado entre os finalistas da categoria “Revelação” do 26° prêmio da música brasileira, com seu álbum recém-lançado Matrizes. Acompanhado da cantora americana Dione Warwick, participou da turnê de Emílio Santiago em Teatros Municipais pelo Brasil, assim como se apresentou ao lado de Guinga em diversos festivais nacionais e internacionais,podendo citar dentre eles o grande festival de Jazz em Osasco na Itália, o Clube do Choro de Brasília e o Festival de Jazz de Tiradentes. O músico e compositor acompanhou Guinga em diversos SESCs, onde em um deles em Villa Mariana em São Paulo, contou com a participação da cantora Mônica Salmaso. Diante tantas experiências, Jean não parou sua caminhada na música, se apresentando ao lado de João Bosco, Fátima Guedes, Leila Pinheiro, Zé Paulo Becker, Caio Marcio,Alexandre Gismonti e Marcos Ariel. Fez uma turnê por várias cidades da Alemanha ao lado de importantes nomes do violão brasileiro. O movimento se chamou Brazilian Night e teve repercussão em mídia internacional. Foi arranjador e músico de faixa título do novo álbum de Fátima Guedes chamado “Transparente”, disco no qual contaram com participações de Gilson Peranzetta, Dori Caymmi, Itamar Assiere e Nelson Faria. Atualmente, Jean é o arranjador deste novo trabalho da cantora, excursionando com ela em turnês por todo o Brasil, nunca deixando de estudar música e trabalhar suas composições em tempo vago.

Fátima Guedes

Gravada por quase todos os grandes nomes da MPB, como Maria Bethânia, Nana Caymmi, Simone, Alcione, Leny Andrade, Beth Carvalho, Ney Matogrosso, Alaide Costa, Jane Duboc, entre outros. Costuma compor sozinha, mas atualmente seus parceiros vão se tornando cada vez mais numerosos, e entre eles estão artistas como Djavan, Ivan Lins, Joyce, Sueli Costa, Jorge Vercilo e Adriana Calcanhotto. Sempre se apresentando em palcos de todo o Brasil e sempre compondo, Fatima Guedes encontra-se em plena forma técnica, aumentando cada vez mais seu repertório de canções cheias do ecletismo e do bom gosto que a caracterizam.

Conheça a

nossa história


Conheça a nossa história


O Ciclo Violonístico de Niterói é uma série de concerto de violão que foi idealizada pelo professor e violonista Paulo Targino, é coordenada por Paulo Targino e Gustavo Morsch, desde a sua primeira edição em 2007, e se mantém até hoje como um dos dois eventos mais importantes da agenda do violão brasileiro.

Este evento tem conquistado repercussão e relevância na cena nacional ao longo dos anos, reverenciando a estreita ligação cultural e criativa do músico brasileiro com o violão. Grande parte da produção da música popular brasileira foi composta no violão, tornando assim o instrumento de identidade cultural nacional.

“...um dos festivais mais importantes dentro do violão no Brasil.”Guinga, 2011

“...um dos festivais mais
importantes dentro
do violão no Brasil.”

Guinga, 2011

Violonistas brasileiros renomados como Turíbio Santos, Carlos Barbosa Lima, Marco Pereira, Fábio Zanon, Hélio Delmiro, Guinga, Yamandu Costa, Duo Siqueira Lima, entre outros de igual quilate, se apresentaram no Ciclo Violonístico de Niterói. Uma das características mais marcantes do formato do evento é a preservação da memória da música brasileira através das homenagens que são prestadas a cada edição. Já foram homenageados violonistas importantes como Nicanor Teixeira, Jodacil Damaceno, Hélio Delmiro, Turíbio Santos, Leo Soares e Carlos Barbosa Lima. Na oitava edição, que acontece de 22 a 25 de junho de 2017 no Teatro Municipal de Niterói, o evento prestará uma homenagem especial à Carlos Althier de Souza Lemos Escobar – o GUINGA – violonista e compositor consagrado, que pela qualidade e originalidade de sua obra, é comparado a grandes nomes que pertencem à tradicional escola de compositores violonistas como Villa Lobos, João Pernambuco, Américo Jacomino, Garoto, Dilermando Reis, Baden Powell e outros.

Nesta edição, o Ciclo contará ainda com a participação especial de quatro importantes cantoras da MPB: Mônica Salmaso, Paula Santoro, Simone Guimarães e Fátima Guedes, abrilhantando ainda mais o espetáculo onde a principal estrela é o violão brasileiro...

Teatro Municipal de Niterói
Rua XV de Novembro, 35
Centro, Niterói - RJ
Tel.: 21 2620-1624
Ingressos: ingressorapido.com
ou na bilheteria do teatro.
Valores: $50 e R$25 (meia).
É obrigatório a comprovação da meia entrada.
Valores: $50 e R$25 (meia).
É obrigatório a comprovação
da meia entrada.
Informações:
contato@cicloviolonistico.com.br
©2017 - Ciclo Violonístico. Design: Daniel Escudeiro | Programação: ZPK
©2017 - Ciclo Violonístico.
Design: Daniel Escudeiro | Programação: ZPK
Em junho será realizado o 8º Ciclo Violonístico de Niterói e, assim como em 2016, você poderá ser mais do que um espectador, poderá ser um benfeitor!

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